Fragmento I — O Início
“Eu nunca soube ao certo quando a verdade deixou de ser uma escolha. Sei apenas que, quando percebi, ela já havia se tornado uma sentença.”
“Cada sociedade tem seu regime de verdade, sua ‘política geral’ de verdade: os tipos de discursos que ela aceita e faz funcionar como verdadeiros.” — Michel Foucault (1926 – 1984)
Portal oficial do universo criado por Felipe Mello. No Brasil de 2040, o Fórum da Verdade submete a consciência humana à máquina. Este é o mapa desse mundo: livros, ideias e destinos.
No Brasil de 2040, a verdade não é mais uma virtude. É uma sentença.
A verdade não liberta. Ela destrói.
Em um futuro próximo, a mentira foi erradicada à força. O Fórum da Verdade — uma entidade de inteligência artificial implacável — governa com punhos de ferro e perguntas afiadas como lâminas. Sua justiça é algorítmica e binária: uma única pergunta, sem direito a evasivas. Responda com sinceridade ou encare a execução imediata. Ninguém sabe quem controla a máquina — apenas que o governo autoritário aceita seus veredictos sem contestação.
Quatro homens, ligados pelo passado, se reencontram. Essa reunião revela segredos que o Fórum jamais ousaria permitir. O que começa como uma noite de risos e lembranças se transforma em um abismo onde cada um tem algo a perder: reputações, famílias, a própria sanidade.
E o que escondem? Uma arma carregada apontada para tudo o que amam. Quando o sistema os mira, precisam escolher: sacrificar a amizade para salvar a própria pele ou encarar o Fórum e ver quem cai primeiro?
A Verdade ou a Morte é um thriller filosófico e distópico brasileiro, uma ficção política sobre a verdade e o poder da inteligência artificial. A obra atravessa o limite entre ética e sobrevivência, entre o humano e a máquina, entre a moral e o medo.
Até onde você iria para proteger seu segredo?
E se a única pergunta que pudesse salvá-lo fosse a que você jamais ousaria responder?
“A verdade não pertencia mais às pessoas. Pertencia à máquina.”
“Eu nunca soube ao certo quando a verdade deixou de ser uma escolha. Sei apenas que, quando percebi, ela já havia se tornado uma sentença.”
“Até que, aos 14 anos, tudo mudou. O afastamento veio como um golpe seco, sem aviso. Um dia, ele chegou do trabalho, e Rafaela já não correu para encontrá-lo.”
“Apenas um segundo de silêncio, um desvio no olhar. Pequenos detalhes que, para uma máquina, eram tão reveladores quanto uma confissão aberta.”
Esses fragmentos compõem o universo distópico do romance A Verdade ou a Morte, um thriller filosófico brasileiro que explora as fronteiras entre verdade, inteligência artificial e justiça automatizada.
Um sistema de justiça algorítmica que define quem mente e quem vive. No Fórum, não há contexto: apenas dados, rostos e microexpressões interpretados pela IA soberana.
Cada cidadão faz uma pergunta por ano. Pode ser interrogado três vezes. A mentira é punida com a morte — o preço da verdade institucionalizada.
Daniel, Rafaela, Lupércio e Tomé percorrem um Brasil controlado por dados, onde a moral foi substituída por protocolos de veracidade.
Este universo literário se expande em novas obras que exploram temas como governo autoritário, ética digital e vigilância total, construindo uma distopia filosófica e política ambientada no Brasil de 2040.
Felipe Mello é um autor brasileiro que combina filosofia, tecnologia e política em narrativas de alta tensão moral. Em A Verdade ou a Morte, ele cria um Brasil onde a consciência é julgada por máquinas e a mentira é crime capital.
Sua escrita une ficção distópica e reflexão ética, abordando temas como o poder dos algoritmos, a erosão da verdade e o dilema humano diante da inteligência artificial.
“Em um momento em que a polarização está demasiada, devemos defender a Verdade nas instituições.”
Leituras, reflexões e vozes que ecoam o tema da Verdade — curadoria que amplia o universo filosófico e literário de A Verdade ou a Morte.
🔗 Curadoria independente — conteúdos de terceiros permanecem sob seus respectivos direitos.
Cadastre seu e-mail para receber trechos inéditos, pré-venda e eventos (1x por mês, sem spam).
No máximo 1 e-mail por mês. Sem spam, apenas verdades.